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domingo, 26 de dezembro de 2010
“Eu poderia dizer que foi fácil tirar você da minha vida e que superei isso facilmente. Sentir meu coração livre e dizer que me sinto feliz sem você. Não sei mais o que sentir. Só queria que isso tudo fosse real. Tudo que eu consigo pensar é no quanto eu me odeio por não conseguir esquecer, deixar isso pra trás ou por seguir caminhos que sempre me levam a você. Nem queira saber. Nem tente entender. Não me venha representar o papel do típico garoto egoísta, porque isto não combina com você. Eu adorava o jeito como você fazia tudo parecer tão fácil e eu amava isso em você porque você era diferente de todos os outros. Eu queria esquecer que tenho um coração, nem que seja por um segundo. Talvez eu consiga.”
Jullie
“Eu exponho meus sentimentos como numa vitrine, à espera de alguém que aceite pagar o preço que nunca entra em liquidação. Mas quando vem alguém e quer me levar sem questionar a etiqueta absurda, eu só penso na futura devolução. Quero voltar pros vidros sujos, a exposição sem objetivos, ver todos os produtos indo embora e eu ficando mais uma vez. Esses rostos que me encaram, os olhos que brilham, as ilusões que se formam, as expectativas que eu deixo criarem, são minha vida. Depois disso só resta a rotina e o medo de estar perdendo a melhor parte."
Verônica H.
"Ma belle, viver bem não é para amadores. Puxe para si a responsabilidade de encerrar de vez essa inimizade estéril, esse desgaste emocional tão nocivo à pele e ao humor. Você não é uma menina, é uma mulher. E uma mulher deve saber discernir o que é, de fato, uma derrota e uma vitória. Derrota é quando a gente ganha dos outros, mas desiste de si mesma.”
Martha Medeiros
“Às vezes falo mal de você, mesmo que só pra mim, em pensamento. Mas é só pra distrair o tanto de coisas boas e bonitas que na verdade ainda sinto por você. É que de vez em quando é difícil, sabe? Ter vontade de te dar um abraço daqueles bem apertados como eu costumava fazer e não poder mais. Ver como o número de manchinhas roxas pelas minhas pernas aumentou sem você por perto pra me proteger desse meu jeito estabanado. Ouvir o telefone tocar e ter a certeza absoluta de que é qualquer pessoa, menos você. Perceber no final do dia que o cheiro do meu perfume continua o mesmo, ao invés de virar aquele cheirinho tão bom que era a mistura dele com o seu. Mas olha, eu tô bem. É que nunca menti muito bem, você sabe. E mentir pra mim mesma tem sido um exercício diário. Tem dias em que me esforço tanto que até parece verdade que você não foi assim tão importante, que eu não sinto a sua falta e que nem gostava mesmo de você. Dizem por aí que a prática leva à perfeição, então vou continuar mentindo. Pra você, pros outros, pra mim. Quem sabe um dia acredito?”
Carla A.
“É mais fácil amar o retrato. Eu já disse que o que se ama é a ‘cena’. ‘Cena’ é um quadro belo e comovente que existe na alma antes de qualquer experiência amorosa. A busca amorosa é a busca da pessoa que, se achada, irá completar a cena. Antes de te conhecer eu já te amava. E então, inesperadamente, nos encontramos com rosto que já conhecíamos antes de o conhecer. E somos então possuídos pela certeza absoluta de haver encontrado o que procurávamos. A cena está completa. Estamos apaixonados!”
Rubem Alves
“Quando os deixamos por um determinado tempo deixam de nos pertencer, no sentido em que deixam de sentir a nossa presença. A falta de um espaço ou de uma pessoa pode permanecer sempre em nós, sob a forma de saudade ou, pode transformar-se em indiferença, (...). Não tenho medo de perder aquilo que nunca me pertenceu mas tenho horror de perder aquilo que em dias, noites, instantes, momentos... julguei ser meu, por fazer de mim uma pessoa FELIZ.”
Autor Desconhecido
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